terça-feira, 30 de setembro de 2008

Hoje não estarei lá te esperando.
Hoje meu caminho tomará outro rumo.
Hoje simplesmente não poderei te cobrir de sorrisos, nem de alegria.
Até amanhã.

Chuvinha! Coberta! Cafezinho!

A chuva escureceu a minha cidade.
A cidade que costuma ter um céu lindo a partir das 5 da tarde.
Faz frio e tenho vontade de correr para casa,
tomar um banho bem quentinho, coberta e cafezinho!.
E enquanto a chuva bate na janela, aproveito para inventar sinfonias,
amores, histórias e poesias, infinitas, alegre e doces.
Tenho o sonho de morar em um lugar, onde chuva e sol se complementem.
Tenho vontade viver em um mundo, onde amores e corações não mintam,
apenas inventem,
novas formas de ser humano, feliz!
_ Preciso de um tempo no namoro.
Isabela passou horas e horas relembrando essa frase.
Como assim um tempo no namoro?. Ontem ele falou que me amava!. Oras pombas!. Que coisa!
Dois anos depois, o reencontro.
O tempo durou dois anos!.
Ele desapareceu, sumiu no mapa, no mundo.
E ela como ficou?.
Amargurada?. Triste?. Chorona?.
Nada.
Em dois anos ela deu a volta por cima. Casou e tem uma filha.
Já pensou esperar o tempo que ele pediu?

Essa é uma história de uma pessoa que conheci no ônibus, um dia chuvoso, ano passado. Lembrei dela hoje e resolvi contar.
A moça em questão, loira, magra, e com uma princesa linda em seu colo, formada, e concursada, viu seu namoro de 5 anos desabar ao ser questionado o envolvimento nesse período todo. Ele a colocou contra a parede, reclamou, esperneou. Para ele o tempo seria pouco, de 2 meses. Mas ele não avisou, que estava de casamento marcado havia 4 meses, em outro país. Saiu do apartamento e desapareceu.
Ela viu tudo desabar, planos, cartões e flores, declarações que deveriam ser verdadeiras, apenas mentiras.
E foi em um momento de lágrima, sentada em uma praça perto de casa, que ela recebeu uma mensagem. E meses depois o casamento!. Seu melhor amigo, apaixonado havia anos, viu nessa "fatalidade", a oportunidade de ter para si a mulher que tanto amava.
Nunca esqueci o olhar de felicidade daquela moça.
O amor apenas aparece, quando achar conveniente.

alfajor!

Hoje acordei com vontade de comer Alfajor.
A minha infância tem cheiro e gosto de alfajor.
Tem cheiro de Praça de Maio e Jardim Japonês!
Lembro de meus passeios nos parquinhos, em tardes frias, com pouco sol.
Minha mãe, carinhosa e dedicada, cuidava para que eu não me sentisse só, enquantos as outras crianças me chamavam de macaca.
A minha infância tem também um certo gosto de papinha, mingau, e a sinfonia que eu lembro bem é a de meus sobrinhos balbuciando as primeiras palavras.
Saudades de um tempo em que ser criança era um privilégio.
Saudades de poder jogar bete e futebol, sem que ninguém pensasse nenhuma maldade a esse respeito.
Eu cresci bem, por sorte.
Quero alfajor!

30 de setembro- dia da Secretária

Ha, hoje é o dia da Secretária! O meu dia, o dia de minhas colegas de faculdade.
O dia de uma figura importante e imponente dentro de toda e qualquer empresa.
Feliz a Secretária que honra a sua profissão com delicadeza, dedicação, lealdade e convicção de sua importância.
Feliz quem reconhece quem sem a presença de uma secretária o ambiente fica sem graça, sem luz, pois possuimos a capacidade de transformação e de reconstrução!
Um abraço à todas as colegas de profissão, que lutemos pela nossa causa, defendamos nossos direitos e cumpramos com nosso compromisso de forma intensa e verdadeira!
Que Deus nos abençõe!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Mais uma linda

Livros e flores

Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?

Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?

Meu ídolo - Machado de Assis

A uma senhora que me pediu versos



Pensa em ti mesma, acharás
Melhor poesia,Viveza, graça, alegria,
Doçura e paz.

Se já dei flores um dia,
Quando rapaz,
As que ora dou têm assaz
Melancolia.

Uma só das horas tuas
Valem um mês
Das almas já ressequidas.

Os sóis e as luas
Creio bem que Deus os fez
Para outras vidas.

Sem hipocrisia: é impossível separar o pessoal do profissional

Mas temos que fazer o que estiver ao nosso alcance para aceitar diferentes opiniões e personalidade no trabalho


26 setembro 2008

SÃO PAULO - "É uma grande balela o que se aprende nas escolas de administração, que o indivíduo pode e deve separar o pessoal do profissional. Não dá para ter problemas sérios no trabalho e chegar em casa sorrindo, como se nada tivesse acontecido. Está tudo registrado no nosso inconsciente", garante o coach e autor do livro "Executivo, o super-homem solitário", Emerson Ciociorowski.
"Quantas vezes não acontece de estarmos em uma importante reunião de negócios, na qual se discute um tema complexo, e temos flashes de problemas que vivenciamos na família?", indaga.
Assim, não existe um botão que apertamos ao chegar na empresa, que nos faz esquecer de nossos problemas financeiros, de saúde, de relacionamento, entre tantos outros. "As empresas não podem exigir isso do funcionário. Pelo contrário, acho até que elas devem, com certo limite, ajudar. Se o funcionário está com uma grande dívida, por exemplo, pode valer muito a pena contratar um coach financeiro para ele", explica.
Armadilhas
O empresário, palestrante e consultor organizacional Milton Nonaka concorda. "O ser humano é um só", diz ele. Por isso mesmo, caímos em armadilhas e causamos situações difíceis de resolver, principalmente nas relações interpessoais. É extremamente difícil, mas temos que tentar separar o pessoal do profissional no trato com o próximo.
Na opinião de Nonaka, a melhor forma de fazer isso é observando o que é possível aprender com aquela determinada situação, o que significa dizer que é necessário ver seu lado positivo. "Mesmo que não goste de uma pessoa, você tem que suportá-la, aprender a lidar com ela. Isso é ser profissional. Nada é por acaso. Logo, se seu chefe ou seu colega te incomoda, é porque você tem o que aprender com ele. É fácil nos relacionarmos com quem nos damos bem. É nas relações difíceis, entretanto, que damos um grande salto no aprendizado, o que pode fazer diferença lá na frente, quando chegar a hora de ocupar uma posição de liderança".
Segundo ele, é essencial para a carreira adquirir tolerância para aceitar diferentes opiniões, personalidades, estilos, religiões, culturas. "Somente com essa tolerância conseguimos administrar centenas de pessoas, entre subordinados, clientes, colegas, chefes, fornecedores, parceiros e acionistas. O profissional com essa visão tende a crescer nas empresas, pois o mercado carece de pessoas que sabem acolher as diferenças".
Nonaka enfatiza que é possível ter amigos verdadeiros no trabalho. Mesmo que haja competitividade, o que é normal, o profissional com a meta da tolerância não encara seus colegas como inimigos, mas como pessoas com as quais tem muito a aprender. "Nesse caso, a competição pode ser positiva para todos, que podem crescer profissionalmente".
Agora, se a relação é extremamente desgastante, estude outras possibilidades. "Caso seu chefe ou colega não seja digno de sua confiança e não te respeite, vá em busca de outros caminhos. Tente mudar de departamento ou de emprego. Neste último caso, ao procurar por um novo posto de trabalho, dê preferência às empresas cujos valores estão alinhados aos seus. Os valores norteiam os procedimentos e a filosofia de trabalho da empresa. Se eles não tiverem a ver com você, as chances de um novo conflito interno são grandes", explica Ciociorowski.

Um amor tímido

Depois de meses trocando e-mails resolveram que aquele dia seria especial para o primeiro encontro.
Ela acordou cedo, perfumou-se, escolheu a melhor roupa. Mulher tem esse mistério e acha que a roupa esconderá. A escolha foi leve: uma calça jeans e uma blusa branca. O perfume foi leve e a maquiagem também. Nada de salto, para não dar vexame.
Ele despreocupado, colcou uma camiseta básica, uma calça jeans, fez a barba e usou um perfume . Ah não, ele não usava perfume, por acreditar que era naturalmente perfumado. Mas pela primeira vez em sua vida suas mãos suavam. E ele passou a manhã interia conversando sobre o seu nervosismo com um amigo na net, enquanto estourava plásticos bolhas e bebericava água a cada cinco minutos, pois sua boca secava instantâneamente.
Era dia de votação.
Ela teria que pegar metrô e depois ônibus. Para ele era como se ela fosse fazer uma viagem de séculos e que talvez nem chegasse ao destino.
Mas ela chegou. O encontro parecia normal. Ambos refletiram que deveria parecer normal.
Durante o almoço ela mal comeu, ele idem. Se oferece para deixá-la em casa, ela reluta, quer parecer independente. Ele insiste. Ela aceita.
Pode me deixar aqui. Ele pára, um sol de rachar, o carro mais quente que o habitual.
E finalmente o beija. Um beijo doce, envolvente e tímido, mas verdadeiro. Nada de mãos percorrendo o corpo. O sentimento é de respeito mútuo. Ele dizia que ela era uma porcelana, que ele cuidaria. E cuidou.
Depois desse encontro, outros, com o mesmo respeito, com o mesmo beijo tímido mas cada dia mais apaixonado.
Recebi de um anônimo ou de uma anônima:

NOITE DOS MASCARADOS (CHICO BUARQUE)

"Quem é você? Advinhe se gosta de mim
Hoje os dois mascarados procuram
Os seus namorados, perguntando assim, dizendo...
Quem é você - diga logoQue eu quero saber do seu jogo
Que eu quero morrer no seu bloco
Que eu quero me arder no seu fogo.
(...)
Mas é carnaval, não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixa a festa acabar, deixa o barco correr
Deixa o dia raiar, que hoje eu sou da maneira que você quiser
O que você pedir eu te dou, seja vc quem for, seja o que Deus quiser!"

O beijo do máscarado

Enquanto permanecia imóvel, observava as diversas caras que rodopiavam na pista do baile de máscaras.
No canto esquerdo do salão algo chamou sua atenção.
A fumaça do charuto supostamente cubano a embriagou de longe. Por detrás da máscara haveria de existir uma alma esnobe e insessante de amor.
Ela não errara. O beijo ainda com a máscara, na mesa de sinuca, da sala de jogos a fez tremer e suspirar.
O gosto de conhaque, a lavanda francesa, o suor que insistia em cair sob o olhar e por debaixo da máscara preta com detalhes dourados.
O corpo forte e mãos macias. Uma teoria que ela precisaria desvendar. Que ela insistia em segurar ali naquele exato momento.
O tempo parecia conspirar. Ninguém aparecia e o beijo prolongado revelou que aquele máscarado, com olhos verdes e barba rala era seu chefe.

Dormir sem culpa!

Coloquei a cabeça no travesseiro e me entreguei ao sono dominical sem culpa.
Não me preocupei com limpeza, organização, livros, e-mails, celular.
Me desliguei do mundo à minha volta e somente me concentrei em não dormir apenas em uma posição.
Virei de um lado ao outro da cama com gratidão pela oportunidade de simplesmente pensar em nada.
E pensar em nada e não sentir culpa por isso depois.
Em outros tempos eu ficaria em uma eterna agonia, era um tal de arrumar a casa, manter tudo organizado, limpar aqui, lavar ali. E estudar, e estar informada e dar atenção e responder a perguntas.
Raramente me perguntava se eu estava bem. E raramente eu simplesmente curtia uma preguiça.
Sei que o futuro profissional pede que eu passe horas estudando, lendo, escrevendo, e estudando de novo.
Mas me dou o direito de ter preguiça, e aproveito os momentos solitários para criar as minhas opiniões e crescer interiormente.
Viver sem uma certa culpa em algum detalhe da vida, é um prazer enorme!

sábado, 27 de setembro de 2008

A perda que gera verdade e fatos imperfeitos

Eu simplesmente não posso acreditar que alguém possa ser tão imperfeitamente preciososo(a).
Adoro a imperfeição alheia e todos os seus instintos não destrutivos.
Acordei com vontade contemplar o outro na sua imperfeição para assim poder me encontrar e me amar.
Me amar exatamente como eu sou, é meu maior desafio, e assim, respeitar a alma humana que comigo convive. E olha que são inumeras.
Ontem, eu tomei um café. E conversei com uma alma culta, cheia de interessantes desafios vencidos. Falamos sobre a vida, com total convicção de que tudo até aqui tem algum sentido óbvio e sincero.
E conversei comigo ao deitar. Contemplei meu lado pequeno e grande ao mesmo tempo.
E em um sábado chuvoso e frio, eu tenho a firme esperança de que o ser humano é a imperfeição que vale a pena ser decifrado e amado.


P.S: Perdi mais uma amiga.
Engraçado como a vida vai nos colocando diante de um desafio ainda mais enigmático, que é aprender que amizades, casamentos, amores e relações acabam quando não mais sentido possuam.
E se não possui sentido para ser mantido, que cada um siga seu caminho e encontre no futuro mais amigos, amores e relações para serem terminhadas sempre que necessário recomeçar.
Me sinto por um lado triste. Conviver com pessoas trazem diversos benefícios. Mas o ruim é reconhecer seus defeitos, quando na verdade o maior objetivo era que meus defeitos aparentes, fossem ajuda de crescimento. E não foi. Simplesmente fui questionada em pontos que eu nem imaginava que eram trágicos e que colocavam em dúvida a veracidade dos fatos.
Fatos que no fundo não tiveram sentido algum.
E eu terei que acreditar que pessoas ao meu redor, estão comigo por me quererem por perto. Pois ao meu lado estão todos que eu quero e amo, e respeito e desejo felicidade. Pois eu apenas desejo o bem do próximo.
Sempre!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Termino mais uma semana cheia de contratempos, incertezas, tormentos externos e internos que se embaralham à desejos e vontades, que talvez eu nunca alcançe.
Faço a leitura de um livro que trata da pobreza de comida de uma maneira muito crua e dura.
Mas perçebo em meu caminho pessoas pobres daquilo que eu mais desejo ter: amor.
Pessoas que se desesperam com a falta de coragem, que deveriam possuir e encontrar em seus próprios desejos.
Eu desejo sempre tentar pelo menos encontrar sim, coragem para seguir um dia após o outro.
Dias que parecem não ter sentido. Agora.
Terão sentido amanhã ou talvez daqui a um ano, um século.
A pobreza da alma é a dor que mais mata. Quem mais destroí amores brutos. Que faz com que pessoas se iludam com o medo, constante e incerto.
Não quero perto de mim a tristeza interna de cada um. Quero a certeza de que estar ao meu lado é o significado de que quase tudo nessa vida vale a pena.
Não quero que forçem amor comigo. quero que me dêem amor de verdade, sem dó.
Porque o que eu possuo dentro de mim é 98% verdadeiro e intenso.
Não quero a pena, nem piedade, nem seus outros sinônimos.
quero pessoas de carne, osso, lama e coração, seja lá qual for o motivo.
A vida pede passagem. Exatamente como ela é.
Nua, crua e nostálgica.

A mão que conduz o caminho.

Eu vinha de um dia lotado de stress.
Cansada, angustiada e até mesmo com um pouco de fome.
Fome de dormir também, naquele momento eu queria o aconchêgo de meu íntimo, de meus pensamentos coordenados com cada ângulo de meu travesseiro.
Mas ainda era cedo e meus alunos me esperavam para mais uma aula e o caminho a percorrer era longo.
Pensava que não iria conseguri chegar ao final do caminho. A condução cheia de pessoas igualmente cansadas, atormentadas, egoístas e sonhadoras.
E vi que em meio a tudo isso eu havia encontrado um motivo a mais para acreditar que estar naquele momento era importante para mim.
Um mão me conduziu ao final do caminho e me trouxe uma certa paz.
Que passou. Porque a paz é sempre duramente passageira.
A vida pede a certeza de que não se pode confiar em toda mão que tenta nos conduzir.
E terminei meu caminho. Dei de presente talvez um pouco de alegria e descontração. Afinal, não é preciso sofrer todo o tempo. Ver alegria em tudo não é exatamente algo fácil para mim, nem para ti.
Mas eu consegui ver ontem e hoje uma verdadeira vontade de seguir.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Infinitos dias de amor!

Profundamente me sinto um pouco vazia.
Vazia de amor, vazia de carinho, vazia de atenção.
Procuro me concentrar em minha vida profissional, que preenche algumas lacunas.
Não sei se é amor realmente o que quero em minha vida.
Não sei exatamente que sentimento é mais importante de ser vivido e repassado ao próximo.
Seguir os planos da vida é sem dúvida uma tarefa complicada, pois meu caminho é diferente, pelo menos os que aparecem em meus sonhos.

E por falar em sonhos, ontem passei por um campo de batalha enquanto dormia.
Não me lembro em quel século era. Em qual país estava. Mas eu liderava um exército, tinha uma voz firme e eu não era um homem. Eu estava lá exatamente como sou e todo me ouviam.
Talvez esse seja meu maior desejo. Ser ouvida pel oque sou e pelo que posso passar e ser respeitada quando tomo uma decisão.
E viver cada momento como uma batalha, em que ao final somente muita alegria seja conquistada.

Desejar um bom dia aos meus leitores é pouco.
Desejo um monte de mundos novos e novos caminhos. Sorrisos e corações apaixonados.

Amor.
Intensidade na vida!. Amém!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Procura-se um coração imaginado

Simples quando se pode olhar para trás.
Mas o difícil é olhar para trás duas vezes e perceber insanidade.
Na terceira vez, apenas um sentimento de inutilidade.
Seguir em frente já é uma decisão importante.
A decisão que pode me fazer bem, ou detruir sonhos impossíveis e imagináveis.
Quero contruir um legado de traduções. E para isso não quero mais me apegar a pequenos beijos, pequenos prazeres. A tradução consistirá em transmitir a verdade que ainda está tentando brotar de meu profundo e terno coração, criado a partir de pequenos corações que foram interiorizados.
Por falar em coração: a onde estaria essa peça?

Procurando um rapaz alto, sensual e inteligente?

Ou procurando a mim entre sonhos abstratos?

Reco)meço

Cansada de tentar já não tento.
Rimo, invento.
Reinvento amor, carícias.
Amo um alguém, mas não o quero em minha vida.
Quer apenas o retrocesso,
tomar uma água límpida
e seguir meu rumo.
Completamente despida
de sentimentos.
Quero um tempo para me reconstruir.
E olhar para o passado
e ter coragem de agir.
Ainda que o medo invada a minha alma,
estarei segura
e não me entregarei à sua alma escura.

Desalinhada a minha alma está

Queria que o meu mundo fosse só meu.
Não quisera compartilhar nenhum tipo de sentimento com o mundo ao meu redor.
Minha vida é exatamente particular demais para ser bisbilhotada por mentes igualmente inquietas e confusas.
Gostaria de criar meu infinito, meu lar dentro de meu coração, e nele recriar imagens e ações igualmente infinitas, sem miséricordia, sem dor.
Adotar um novo estilo de andar pelo mundo interno, uma maneira confortável de me sentar à janela de minha alma e apreciar o mundo externo de meu ser.
Já não preciso ficar pensando no futuro. Meu coração não quer nada além de um sorriso esperto e infantil, de um corpo, de um alguém que deveria esperar por mim e simplesmente desapareceu sem ao menos me dizer que sou linda.
Já não quero um grande amor. Ou será que quero?.
Já não sei exatamente como inventar meu mundo e fazê-lo tão real como o pasado e os sonhos de ontem à noite.
Quero dormir.
E acordar vazia de tudo e preencher as horas com algum sentimento. Espero que exista no mundo um baú de opções de novas maneiras de ser feliz.

Esperanças são como raios de luz. Não quero ter que iluminar nenhuma vida além de mim.
Não quero olhar para trás, nem avaliar, nem projetar, nem objetivar.
Estou nua.
quero paz!
“Ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo"
Paulo Freire
Em uma das lampâdas da recepção uma família de pássaros resolveu colocar seus filhoes para nascerem. Faz mais ou menos um mês que eu acompanho o processo e me surpreendo com a ajuda, com a responsabilidade que eles têsm em relação a construção do novo lar.
E fico pensativa pois o que parece tão simples para os pássaros é tão complicado para o ser humano.
Eu percebo que o lance de constituir família, casa, filhos é um passo enorme. É muito complicado, cheio de controvérsias e muitas vezes o resultado é desatroso.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Vida no ato!

Hoje é uma segunda-feira das mais tranquilas que já vi este ano.
O tempo está colaborando, calmo, limpo, com um calor moderado e ventos agraciados.
Me sinto em paz, apesar de tudo.
O fim de semana foi em paz e desejo que esse sentimento que estou vivendo hoje possa ser sentido por todos aqueles que comigo convivem.
Me distraio pensando em como a vida é cheia de voltas e acredito que todas essa voltas darão em algum lugar, ou em lugar nenhum.
Me apego na certeza de que seja lá qual for o caminho, eu estarei preparada para enfrentar tudo e todos que de alguma maneira não gostam de mim, ou sei lá que simplesmente nada sentem por mim.
E me vejo futuramente uma alma mais forte, mais amadurecida, ainda que mais inqueita.
Porque a inquietude de meu ser me faz querer crescer, conhecer, desvendar mistérios em meu profundo sentimentalismo e nos sentimentalismo alheio.
Alheios sentimentos que me fazem querer amar, a mim e ao próximo de uma forma intensa e gratificante.
Não importa exatamente se é na segunda ou na sexta-feira. A vida, o amor e o prazer da alma, devem ser vividos no ato!.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Refrescar a alma!

A chuva resolveu abençõar a nossa tarde.
Daqui vejo as gotas baterem no espelho d´agua de uma forma lenta e angelical.
O céu com uma cor especial, numa mistura de branco com laranja e amarelo.
O cheiro de terra molhada, tem um quê de infância bem vivida, de tarde embaixo das cobertas vendo Sessão da Tarde, esperando a Malhação.
Tardes essas em que eu me sentia protegida.
A chuva me inspira, apesar de ser um pouco incomôda, por molhar.
Mas molhar o corpo com a chuva renova, nos faz purificar a alma, o espírito, a felicidade.
Chuva que Deus colocou nesse exato momento para me fazer simplesmente reiventar formas de amar.
Muita chuva.......Muito amor.
Muitas tardes embaladas pelas gotas, pelo vento que vem lá de longe refrescar.

Chuva.......Amém!

Revolução musical!

Dia desses fui a um show de rock. Cover do Pearl Jam.
Levei uma amiga, que está namorando um amante do rock pesado, e que está se adaptando ao novo ritmo musical que agora embala seus momentos românticos com o rapaz.
Na mente dela o ambiente seria bem diferente do que ela viu. ela imaginava uma galera descabelada, suja, pulando e enchendo a cara.
Mas o que ela viu, foi um ambiente calmo, com pessoas assistindo ao show da forma mais civilizada e tranquila. Confesso que até eu me surpreendi. Mas me surpreendi obviamente porque em minha adolescência, a turma que curtia rock era outra, afinal um monte de jovens com uma revolta sem causa admitida, doida para fazer bagunça e chamar a atenção. Agora não. É um a galera que trabalha, que estuda, que tem conciência de que realmente o rock é um estilo musical que revoluciona, mas que não precisa também ser usado para a violência.
Eu particularmente adorei a noite. Como eu não bebo curti cada música como se fosse a fã número um e pude refletir sobre um monte de coisas que aconteceram em minha vida embaladas pelo som de Nirvana, Pearl Jam, e tantas outras bandas daquela época. Não faz tanto tempo, mas eu sinto que muito do que sou hoje eu aprendi meditando sobre o que era dito na música.
Sinto muita falta dos tempos em que não hiavia muita preocupação em relação ao futuro. Onde passar de ano e conseguir entrar na UNB eram minhas únicas metas. Queria um grande amor também, mas aí já é assunto para outro post.

A lua-de-mel da Sandy!

Ah não poderia esquecer de comentar.
Semana passada a Sandy casou e foi aquela babação. A imprensa não se cansou de falar, de mostrar, de paparicar e de afirmar que foi o casamento do ano.
Agora o que vem chamando atenção da mídia é o fato de que o marido da pessoa em questão está lendo um livro em plena lua-de-mel e postando textos em seu blog.
E aí eu me questionei: qual é o problema dele fazer isso?. Temos alguma coisa a ver, se ele resolveu escrever, ler, ao invés de fazer outras coisinhas?.
Talvez ele tenha conciência desde já que a vida de casado é normal.
Eu particularmente achei meio estranho comentar isso, mas a imprensa não poderia deixar isso passar né?. Afinal ninguém acreditou que a moçinha Sandy fosse se casar um dia. E ela casou, e ela está pouco se importando o que eu ou um monte de gente está pensando sobre o casamento.
A sorte é que temos a liberdade de imprensa e ela não poderá processar por essa perca de tempo total jornalística!

Realize seu sonho! Boa sorte!

Semana que vem eu farei a prova do STJ- Superior Tiibunal de Justiça. Meu primeiro concurso de nível superior. Estou nervosa claro, até porque sei que não estou à altura para concorrer com pessoas que passam 8 horas por dia estudando e estudando. A faculdade me limitou muito. As pessoas questionavam muito que fazendo Secretáriado Executivo eu obviamente não tinha muito o que estudar, mas eu percebi que independente do curso, estudar é necessário e mesmo que seja para atender ao telefone e servir café.
O que quero dizer, é que agora sim o bicho tá pegando. Ter um diploma não significou que a caminhada chegou ao fim. Agora é que a batalha pelo meu espaço no mundo está começando a esquentar. E não é tão simples como imaginei. E não adianta querer ter preguiça, querer descançar. Eu sempre achei que conseguiria de primeira, talvez por possuir muita confiança, mas não. Eu terei que ralar, definitivamente. Ganhar maturidade para ser diplomata é o meu principal objetivo.
Acordei pensando nisso. E estava conversando sobre o meu sonho de ser jornalista. Tenho sorte de ter um leque de opções meus sonhos e poder optar por um e me esforçar ao máximo para ser boa naquilo que escolher.
Que todos possam ter sonhos e que todos possam realizá-los.
Um ótimo dia!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Neve! Cerrado! quanta diferença!

Luiza Brunet admitiu que já fez um aborto quando tinha 17 anos. Isso ela admite obviamente pela "posição social" que ela tem, por um acaso é modelo e tem algum dinheiro e sabemos que fez isso porque além de tudo estava começando a tão maravilhosa carreira.
Agora queria ver se uma qualquer, pobre, sem dinheiro, sem estrutura psicologica, poderia falar abertamente sobre isso sem ser julgada. A sociedade é muito hipócrita.

Vem aí mais um filme comovente, que falará da vida do nosso Presidente. Já tivemos que aguentar Dois filhos de Francisco, agora lá vem mais essa!.

Choveu no Cerrado. Não tanto quanto o esperado, mas já aliviou um pouco. O tempo estava muito seco e isso prejudica uma série de atividades, porque o corpo fica mole, preguiçoso e ficamos a beira de ataque de nervos. Eu pelo menos fico muito mal nesse período, porque fico todo tempo bebendo água, indo ao banheiro, as horas não passam, fico de mau humor por conta da garganta e nariz secos, a pele fica irritada tamanha a secura e assim vai. Mais a falta de ar, a cabeça doendo, a caminhada da parada para o trabalho parece que é feita em 24 horas, sendo que o percursso é de 10 minutos.
Por isso sinto falta do frio, da neve, do ar mais leve!.
Por falar nisso estava mais uma vez lembrando de algum acontecimento que vivi em Moscou e me lembrei da primeira vez que vi a neve. Estavámos em Moscou há 2 dias e com um casal de amigos saímos para comprar casacos e botas. Ainda não havia nevado e a população já começava a se preocupar, porque isso é sinal de que o frio será muito intenso. A neve deveria começar a cair em final de outubro e estavámos no dia 3 de novembro e eles já estavam se descabelando. Lembro que nesse dia vi pela primeira vez um termômetro marcar uma temperatura abaixo de 0 grau e eu estva impressionada ainda dentro de casa. Ao sair obviamente, depois de dois dias dormindo por conta do fuso horário, levei um baita susto. Fomos ao mercado (não havia um shopping decente quando cheguei lá!) e antes de entrarmos vi um alvoroço: era a neve caindo. Eu olhei para o céu e notei gotas brancas caíndo e começei a querer pegá-las em minhas mãos, mas elas me escapavam. Eu começei a chorar, porque nunca em minha vida eu imaginaria ver algo tão lindo, tão emocionante.
Depois de 4 anos lá, ver neve era tão natural quanto escovar os dentes. Eu passava o verão inteiro reclamando do calor e sonhava com a neve, com a patinação. Acho inverno chique e elegante.
Saudades de ver tudo branquinho. Saudades de patinar, de tomar sorvete na Praça Vermelha, fazer boneco de neve e ver aquilo que é sem dúvida um dos maiores espetáculos que eu já vi em minha vida.
Lindo!. Neve!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O melhor do dia:

Ir para casa.
Ops, ir ao shopping!
Bjo
Parece que finalmente o cerrado verá um pouco de água e saciará sua sede!.
E chuva me lembra rede, que me lembra sono, que me lembra cafuné, que me lembra carinho, que me lembra amor e que me faz lembrar da infância!
Saudades de ontem, agradeço o amanhã!

uma ótima chuva !

E calor!

Cadê a educação?

Eu achava que brasileiro tinha o dom de ser mau educado quando algo não sai da maneira esperada. Mas hoje tive a certeza de que pessoas mau educadas existem também no Perú.
O fato é que desde ontem, um rapaz que contou ter perdido os documentos em Uberlândia está tentanto refazer seus documentos. Primeiro que ele não foi muito convincente com o relato e segundo porque de repente ele conseguiu fazer uma ocorrência aqui em Brasília, sendo que já havia outra em Uberlândia pelo mesmo motivo ( e segundo me afirmaram isso não poderia ser feito).
Em resumo, ele teve que vir hoje de manhã, mas não tinha a foto que é utilizada no trâmite. Teve que ir ao shopping para tirar as fotos (sendo que ontem eu expliquei duas vezes ou mais o tipo de foto e a onde deveria ser feita).
Antes dele sair eu avisei que o horário era até as 13h00, mas como é um procedimento que demora, pedi para que ele voltasse depois das 15h00.
Eis que o querido rapaz em questão, volta as 12h37, horário em que eu estava engolindo a comida.
Quando uma funcionária foi explicar exatamente o que eu estou dizendo, ele sentou-se e mandou todo mundo ir à merda (nessas palavras). Só que ele não pensou que ela havia escutado.
Conclusão: ele tomou mais um chá de cadeira, porque quem deveria atendê-lo estava ocupado e ainda terá que voltar amanhã.
Eu hein?.. cada uma. Mau educação com certeza vêm de berço, pelo menos eu acredito nisso.

Um beijo!
" Em minhas andanças, eu quase nunca soube se estava fugindo de alguma coisa ou caçando outra" (Rubem Braga)


“A verdade essencial da vida:ela é um sistema instável no qual se perdee se reconquista o equilíbrio a cada instante;a inércia é que é o sinônimo de morte.A lei da vida é mudar.”[Simone de Beauvoir]


“Quero uma cartola de mágico, mas que funcione bem,para enfiar nela meu coração delirante e retirar umaengrenagem melhor. Quero esconder na manga, na bolsa,nessa cartola encantada, minha alma falida, a asa quebrada,tanta contradição. Prefiro um objeto mais útil: calculadorade emoção, maquininha de esquecer, relógio de sonhopreso num lugar…”[Lya Luft]
Como contei em alguns posts, no local a onde trabalho tem uma lagoa. E no meio um chafariz. No inverno ele esteve ligad por duas vezes. E agora que está muito seco todos os dias o ligam.
Descobri que ele funciona assim: a agua sobe, desce e vai para um cano que tem uma bomba que envia agua de novo para subir descer e voltar para o cano e para a bomba e assim vai, o dia inteiro.
Pode até não fazer muito sentido com o que pensei, mas a vida é assim também. Nós sempre temos alguém que é a nossa bomba, que faz com que a gente a procure para que ela nos envie de novo à realidade, suba, aprenda e toda vez que cair, levante e busque recomeçar.
Achei muito interessante pensar dessa forma e tento observar que a vida realmente é um ciclo, e que deve ser levada da maneira mais natural, assim como o chafariz que nesse momento está acalmando minha rotina tumultuada de serviço.

Uma ótima manhã, não deixe de ter um chafariz em seu coração, para transbordar amor! Muito amor! Amor de verdade!
Esgotou. Já era. Não porque anoiteceu. Não porque a madrugada urge e o dia vem. Mas, ficou realmente tarde. Tudo foi muito analisado. Muito equilibrado. Muito. Muito. Tanto. Tanto. Tanta coisa. Tantos medos. Tantas impressões. Imprecisões. Disso deseja-se logo. Com urgência. De imediato. Sem curvas. Sem manobras ou saltos. Na reta. Direto ao ponto. Ponto. Final.Então, acabou o tempo.
A vida é curta demais para tantos prazos.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Não conheço o escritor. E agora?

Acabo de passar por um momento muito tenso. (música de terror!)
Recebo uma ligação de uma pessoa dizendo que é escritor e que tem pretensão de fazer um festival litarário em Manaus. Como costume e regra, eu digo que nós sugerimos que ele envie um e-mail para formalizar o pedido. Antes de terminar a frase ele começa a berrar ao telefone que àquilo era uma exigência descabida e que ele queria falar com o Adido Cultural. Vendo que ele estava alterado e sabendo que a minha mente é muito esquecida peço para a pessoa repetir o nome e aí vem a pérola:
" Sou fulano de tal, você não sabe quem eu sou né?. Muito bem senhorita, muito bem".
Ignorando o comentário etransfiro a ligação com toda calma.
Depois perguntei se eu havia feito algo errado, mas como meu chefe é lindo ele respondeu que na verdade a diferença é o tom de voz. Quase piorou a minha vida, porque aí me questionei se uso o tom de voz adequado ao atendimento de um escritor.
Ah quer saber, paciência.
Agora eu sei quem é o escritor, minha calega de serviço pesquisou para mim. Uma gafe dessas espero que demore. Não digo que não aconteça, até porque não sei o nome de todos os escritores famosos, imagina os que não são famosos.
Cada uma que temos que aturar, respeitar e ouvir caladinha!.

uma ótima noite lindinhos!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A vontade de Deus em minha vida

Fui dormir pensando em como uma semana pode mudar tanto nossa vida.
A minha deu uma reviravolta em apenas uma semana. Passei um ano para tomar um decisão e quando vi estava lá frente a frente com o momento da mudança de vida.
Claro que acordo e me pergunto se seria essa a atitude que eu esperava de mim. Olho para trás e me pergunto o que realmente provocou tudo isso. E durmo com esse questionamento e no meio da madrugada eu decido tomar um copo de água, porque eu passo a noite inteira quase que acordada pensando em como a vida muda tanto em uma semana. E em como sou capacitada a encarar os fatos, sem medo.
Estou orgulhosa de mim, de minhas atitudes, estou feliz por estar de fato frente a frente com meu medo e encarando tudo de forma serena. Logo eu que sou agitada, estressada, insegura, estou confiante de que essa semana mudou minha vida sim, mas não só a minha e tenho certeza de que tudo ficará bem.
Está entregue meu destino a Deus. Porque sei que até aqui, também foi tudo obra de sua vontade.

Um beijo especial àqueles que olnge ou perto torçem por mim.
Tenho amor sim em meu coraçaõ. Apenas estou aprendendo a dividir.
Aguardem e confiem, eu sou sim uma boa pessoa!

domingo, 14 de setembro de 2008

Atitude para o recomeço!

A vida sempre nos pede uma atitude.
E ter atitude não é para qualquer um.
Decidir, optar, procurar novos caminhos, se libertar, cair se for preciso e depois levantar triunfante, penso que são atitudes, que na maioria das vezes somos incapazes de tomar.
E quando finalmente tomamos, vem o medo, a insegurança, as pedras, a dor, as lágrimas, o sofrimento, a decepção, o arrependimento.
E aí, vem a parte ainda mais importante, que é recomeçar.
E recomeçar é sempre a atitude mais difícil.
Valiosa.
Eterna.

E me pergunto: estamos nós sempre preparados para tentar recomeçar?
Estaria você com vontade de mudar a cada manhã?


Ouvi várias vezes: fulano tem duas caras.
E aprendi que o ser humano tem diversas faces, que agem de acordo com o momento, com o objetivo, com o ambiente. Julguei muitas vezes por acreditar nas duas faces. E aprendi com meu pouco tempo de vida, que é válido usar de várias faces, apenas não é correto que isso gere tristeza ao próximo.
Se você optar por ter diversas máscaras, saiba arcar com as consequências e saiba sempre agir com humildade e com a certeza de que só temos essa vida, para ter amor e para dar amor.


Tem uma pessoa que eu gostaria muito que me perdoasse por ter várias máscaras.
E outra que eu gostaria que soubesse que apesar dela rir de mim, dela achar que não a mereço ao meu lado, tenho gratidão e apreço.

Uma linda semana!
Recomeçe!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

a vida é redemoinho
corre, vira, revira, inverte
sopra vento, cai chuva
e o sol a brilhar
a vida é sorvete de chocolate
escorre pelos dedos
a gente se lambuza
e nem vê passar
a vida é primavera
flores azuis verdes amarelas
colorido daqui até lá adiante
só pra variar
a vida é laço de fita
cetim brilhante vermelho-carmim
a surpresa do presente
o brilho no olhar
a vida é mergulho
o instante antes da queda
a subida da montanha-russa
a falta de ar
a vida é isso aí
não tem roteiro, não tem juiz
acontece, embola e desembola
e os pés a caminhar
a vida, assim:
sei-não sei, vou-não vou
penso assim, quero assado
e a cabeça a girar
vida-furacão
vida-tempestade
vida-calmaria
vez emquando
flutuar
e o que tiver que ser
e o que tiver que vir
uma velha canção ao fundo
'que será, será'

eu vou assim
meu caminho todo dia
rindo do que for pra rir
se for o caso até chorar
eu tenho traje
pra todas as ocasiões
"Não deixe portas entreabertas.
Escancare-as ou bata-as de vez.
Pelos vãos, brechas e fendas
passam apenas semiventos
meias verdades
e muita insensatez."
(Cecília Meireles)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Cunhado de Fernandinho Beira-Mar é candidato a vereador.......
Depois reclamam quando falo algo. Ninguém merece em?

A coisa mais emocionante de meu dia é quando tenho que utilizar trasnporte p[ublico em minha linda cidade Brasília, especialmente o metrô. Ontem foi muito engraçado. Duas mulheres baatiam um papo muito animado, mas o problema é que acada risada elas se movimentavam exageradamente, batendo nas outras pessoas que se aglomeravam ali. Até que uma pessoa irritadíssima mas educada, pediu para que o divertimento não comprometesse às outras pessoas, mas elas se empolgaram ainda mais, irritando todo mundo, inclusive a mim.
Eu sofro muito mais, pois sou pequena e acabo levando cotovelada de todo mundo e ainda sentindo odores muito desagradáveis, porque na maioria das vezes eu fico bem embaixo do braço da pessoa.
Antes eu até me estressava, mas tenho certeza que a maturidade me faz entender que não só eu estou ali impressada em uma lata de sardinha que leva o nome de transporte público.

Juliana Paes teve o casamento do ano. Flashes e mais flashes, glamour, ostentação. Bem, tomara que dure né?. (Comentário desnecesário, mas é que eu achei tão linda a cerimônia). Quero casar...Alguém se habilita hahahaha

Beijo enorme!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Uma unha do pé encravada, a segunda em 20 dias.
E penso que muitas pessoas são exatamente como esssa minha unha encravada.
Doí, mas não tem como ser tirada. Ou talvez até tenha como ser retirada, mas sempre achamos que poderemos aguentar a dor.
Pessoas são assim. Amamos e odiamos com muita facilidade.
As vezes podemos sair da vida dela, esquecer, abandonar. Ou as vezes simplesmente elas permanecem ali, incomodando, mas...., sem uma possibilidade de destino afinal.

A vida nos dá possibilidade. Com ou sem dor.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Abandonar a escola

Enquanto vinha trabalhar, morrendo de sono, e já com preguiça da semana, eu escutava uma conversa animada de um grupo de adolescentes.
E percebi que duas garotas da conversa eram irmãs.
O assunto era estudo, escola e preguiça. Uma delas foi muito sincera ao dizer que sua mãe estava gastando muita grana pagando escola particular enquanto ela não queria mesmo estudar. Disse para a irmã que ela deveria ajudá-la a convencer a mãe a colocá-la em uma escola pública, só para ela terminar a escola, enquanto a irmã continuaria estudando na escola particular com todas as mordomias.
Aquilo me chamou bastante a atenção, primeiro porque tenho sobrinhos nessa idade, e comecei a pensar se eles pensam assim de todo o esforço que os pais fazem por eles. Claro que não, e é por isso que tenho tanto orgulho deles, que com certeza absoluta serão ótimos estudantes da UNB.
Depois eu pensei em mim e em toda a minha tragetória até aqui. Nunca fui fã de carteirinha de estudar, de ir à escola. Mas era sempre em véspera de prova. Porque as aulas em si eu amava e não gostava de faltar nada. Sempre gostei desse lance de apresentar lá na frente. Me esmerei para terminar a escola da melhor maneira e consegui.
Não fui tão longe passando para jornalismo na UNB.Por várias vezes eu tentei, mas era como se todo meu esforço não fosse para ser usado ali.
Comecei a trabalhar cedo e confesso que adorei a idéia. Me parecia algo maravilhoso, ganhar dinheiro. Virei vendedora, e depois de um tempo aquilo me pareceu tão bobo. Eu queria mais. Até optar pela faculdade de Secretariado Executivo e 3 anos e meio depois estar aqui a onde estou. Trabalhando muito, mas satisfeita.
E penso:" e se eu não tivesse estudado?". Se eu tivesse um pensamento como o da garota. Tipo, ser vendedora por muito tempo, achando que ganharia alguma grana, gastando com roupas e tantas outras besteiras.
Ainda continuo um pouco preguiçosa as vezes, mas eu tenho um ideal que só poderá ser alcançado estudando muito, me dedicando ao máximo.
E aí eu simplesmente agradeço à oportunidade que meus pais me deram de poder estudar. Nunca quis abandonar os estudos, e tenho muito orgulho disso!.

Muito amor para você!

Estava de papo com alguém que me contava algumas decepções com seu namorado. Conheço a pessoa a bem pouco empo, mas fui capaz de aconselhar. E aconselhei que àquilo que nos faz mal, a gente tem que ir eliminando. Não é necessário matar a pessoa, ou simplesmente tirá-la de sua vida de uma vez por todas. Mas é preciso olhar para dentro de si e se amar acima de tudo.
Não há amor de homem nenhum que me faça perder a cabeça, ou abandonar meus ideais e minhas vontades. Não há carícia que me faça esquecer de minhas obrigações profissionais e intelectuais. Não há flor no mundo que me faça querer perder a razão.
Eu já amei sim, já fui amada, já ganhei buquês lindos de flores, cartões com poesias maravilhosas. Mas quando tudo isso parecia que seria cobrado mais na frente, eu tratava logo de recomeçar.
E recomeçar é sempre muito gostoso. Abandonar a tristeza, a falta de amor próprio e recomeçar.
Coisa obviamente que não é simples, mas é sempre gratificante.
Claro que o amor é algo lindo. Mas hoje eu percebo que não é tudo. Antes, eu cuido do meu amor pela minha vida, pela minha mente, pela minha alma e por tudo que faz parte de meu universo.
Não sou pedra. Tenho um coração. Um coração que é meu, e que se eu não cuidar direito, ele pode se levar por detalhes e transformar a minha vida em algo que talvez eu não queira.
Hoje eu não tenho medo da solidão, da inveja, da hipocrisia, da falta de carinho, da falta de um romance. Porque o romance que vivo com o meu interior é ainda mais gostoso que qualquer ida ao cinema de mãos dadas. Porque o amor que vem do homem (homem mesmo), não é suficente para me realizar.
O amor que vem de Deus e da família, e dos amigos verdadeiros, é realmente o mais gostoso de ser vivido e degustado.

Um lindo dia!, um monte de amor!. =)

Caio Fernando Abreu

'Preciso de alguém, e é tão urgente o que digo. Perdoem excessivas, obscenas carências, pieguices, subjetivismos, mas preciso tanto e tanto. Perdoem a bandeira desfraldada, mas é assim que as coisas são-estão dentro-fora de mim: secas. Tão só nesta hora tardia - eu, patético detrito pós-moderno com resquícios de Werther e farrapos de versos de Jim Morrison, Abaporu heavy-metal -, só sei falar dessas ausências que ressecam as palmas das mãos de carícias não dadas.Preciso de alguém que tenha ouvidos para ouvir, porque são tantas histórias a contar. Que tenha boca para falar, porque são tantas histórias para ouvir, meu amor. E um grande silêncio desnecessário de palavras. Para ficar ao lado, cúmplice, dividindo o astral, o ritmo, o ver, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver. Preciso de alguém que eu possa estender a mão devagar sobre a mesa para tocar a mão quente do outro lado e sentir uma resposta como - eu estou aqui, eu te toco também. Sou o bicho humano que habita a concha ao lado da concha que você habita, e da qual te salvo, meu amor, apenas porque te estendo a minha mão.No meio da fome, do comício, da crise, no meio do vírus, da noite e do deserto - preciso de alguém para dividir comigo esta sede. Para olhar seus olhos que não adivinho castanhos nem verdes nem azuis e dizer assim: que longa e áspera sede, meu amor. Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa?(Mas finjo de adulto, digo coisas falsamente sábias, faço caras sérias, responsáveis. Engano, mistifico. Disfarço esta sede de ti, meu amor que nunca veio - viria? virá? - e minto não, já não preciso.)
Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão.
Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus.Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço.
Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas caírem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã'.

www.ceciliabraga.bolgspot.com.br

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

É certo?

A vontade é certa, eu sei.
É falar.E falar é certo.
Pelo menos, é o que me parece.
Mas…Cadê a coragem?
Isso só nos faz parecer certos fracassados.
É errado falar o certo?
Falar o certo, para a pessoa certa, na hora certa?
Acertaram!Não é errado!
Errado é deixar o orgulho fazer o certo parecer errado, sendo que não é.
Errado seria falar certo na hora errada, ou…
Falar errado na hora certa.
E embora existisse uma razão…
por mais ínfima que fosse,
Sempre haveria desavenças,
Pois o certo e o errado nunca se acertam!
Errado é o que faço.
Esconder-me num jogo de palavras que conjeturam o que é certo e o que é o errado.
Errado é se omitir, esconder-se atrás das letras como se fossem muralhas.
Que pode acontecer de tão horrendo?
Nada!No mínimo ouvir a tristeza de um não, dito quase que muitas vezes gentilmente,
Ou surpreender-se com um sim indiferente
Só isso!
Não se morre, não se sofre.
Na verdade, até há sofrimento.

Sofrimento nas palavras certas que lhe parecem erradas.Essa é a maior violência.
A violência que mora dentro das pessoas que deixam o orgulho ou o medo subirem ao pódio em seu lugar, carregando no rosto, o sorriso de vitória, e no pescoço a medalha de ouro reluzente que era pra ser sua.

O que era certo.
Eu sou uma dessas pessoas,E no meu caso, sinto medo.


http://tobecontinueed.wordpress.com/
A arte de viver
A arte de viver
É simplesmente a arte de conviver...
Simplesmente, disse eu?
Mas como é difícil!
[Mario Quintana; Velório sem defunto, 1990]

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Brasília à tarde!



Uma vez alguém me disse que achava nada a ver eu querer morar fora do Brasil.

Que eu não amava meu país e nem a cidade que me acolheu.

Durante um tempo me achava uma idiota por pensar assim, mas hoje eu continuo querendo ainda mais intensamente voar mundo afora. E isso não significa que não amo meu país.

Amo sim, acho o Brasil um país deslumbante com tudo àquilo que nós já sabemos que temos. Amo Brasília, principalmente ao cair do dia, o sol se pondo atrás da jaula dos leões (Praça dos Três Poderes), adoro a ponte JK, e muitas outras atrações que cá existem.

Mas eu tenho uma visão de mundo. O mundo de um modo geral é lindo e eu receio que eu algum dia me arrependa de não ter tentado voar mais alto que a ponte, ou a Torre de TV.

E continuo amando meu país, minha cidade, minha gente!

Bienal

Esta semana eu fui agraciada com inumeros textos muito lindos. Estou tendo algum tempo para ler blogs alheios. E vejo que igual a mim existem muitas pessoas especiais, com o dom, ou com a vontade, ou com a feliz brincadeira de escrever.
E cada texto me emociona, me faz refletir, me faz rir, ou muitas vezes pensar em nada.
E cada dia mais eu aprendo que escrever é para poucos. E eu tenho orgulho de fazer da escrita não somente um hobby qualquer, mas minha determinação e objetivo de vida.

Aqui em Brasília estamos com a Feira do Livro, uma Bienal que reune poetas e escritores de vários lugares. E como estou na Embaixada do Perú, obviamente ajudei na vinda de alguns representantes desse país. E vi que lá existem tantos poestas e escritores bons mesmo. Cada dia me encanto mais com a terrinha dos Incas.
Gosto de eventos culturais e acredito que Brasília precise e mereça que a cultura esteja presente. Porque temos cara de modernidade sem a perda do passado não muito distante.
Pena que o brasileiro ainda prefira futebol e Mulher Melão.

Uma ótima tarde!

Vogue

Coisas que estão em vogue:
1) Adotar filhos e imitar Angelina Jolie;
2) Ter filhos;
3) Casar;
4) Separar;
5) Terminar namoro por incompatibilidade de agendas;
6) Ser lésbica;
7) Coloca silicone de 3,5 litros;
8) Pasar nua ou nú;
9) BBBBBBB 9,10,11,12;
10) Lei Seca;
11) Crianças cairem pela janela;
12) Grampear telefones;
13) Ir à praia (no caso das celebridades);
14) Processar todo mundo que foi inconveniente
15) Blogs;
16) Orkut
17) Madonna
19) Paris Hilton e todo mundo que seja como ela (usa azeitona e quer um cerébro);
20) Será que a alista tem fim?. Tentando finalizar: Mulheres frutas e burras!.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Blog muito engraçado

Futricando alguns blogs enquanto meu chefe fala ao telefone e o telefone não toca para a passagem de recados, me deparei com um blog de uma professora de inglês. Olha fazia tempo que eu não ria tanto enquanto trabalho.
Vou colocar aqui para quem tem interesse:
www.tiapaulavaiaguerra.blogspot.com

Em um dos posts ela citava os professores que ela nunca esqueceu e lembrei dos meus obviamente, mas lembrei de um em espacial, o professor de Química que para mandar que eu me retirasse da sala falou em alto e bom nordetinês: "Se atire".
Inesquecível, definitivamente!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cultura peruana e mundial!- curiosidade



Sabe que trabalhando há 4 meses na Embaixada do Perú, eu aprendo cada dia mais a respeitar uma cultura tão diferente da nossa, mas com essências tão parecidas. Tenho muito orgulho de conviver com pessoas especiais, que me ajudam a crescer como ser humano e profissional.

O engraçado é que falo espanhol há 20 anos. Em alguns momentos eu achei que falava muito mal, e nunca imaginei que um dia meu ganha pão seria esse idioma. E amo cada dia mais, e faço tudo o que posso para interagir com os peruanos, vou à eventos, fiz amizade, conquisto-os com um próposito mais futuro de ir visitar essa terra que me facina há muito tempo.

Em 2006 eu andei planejando fazer um mochilão para visitar o Macchu Picchu e fazer a peregrinação ao Vale dos Incas, como forma de purificação, de renovação. Dizem que é a mesma sensação de visitar Santiago de Compostela, mas com a diferença apenas do tipo de religião. Mas por conta da minha faculdade e do estágio eu não consegui. A viagem duraria um mês e um tempo assim fora de órbita me complicaria muito no final do curso.

Ainda mantenho viva a minha vontade de pegar a mochila, uma máquina fotográfica e simplesmente desaparecer nesse mundão de meu Deus e construir minha alma a partir de experiências passadas, de culturas eternas e de uma imensa vontade de fazer parte da história, tanto de meu país, quanto da história do mundo de uma maneira geral.

Morar fora é um sonho de infância e espero que com muita humildade eu alcançe esse sonho e essa meta de vida.

Saludos Cordiales cariño

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Intensidade-

Alguém me falou que eu não encontrarei ninguém.
para amar.
E párei pensando em mim e em meus amores de meu passado.
não muito distante.
Vivi diversos amores
e paixões
e hoje não vivo nenhum, por opção.
Porque eu quero um amor
diferente sabe?.
Nada de conformismo, nada de eu te amo
falado da boca para fora.
Eu mereço intensidade, verdade, jantares, flores, carinhos duradouros....................
eu mereço a verdade de tudo
que um amor pode me oferecer.
Não quero um beijo na balada como se minha boca
fosse um desentupidor de pia.
Cansei de amores noturnos, quero um amor diário,
que me faça amar, sorrir
e chorar com uma mistura de intensidade.
eu acredito no amor e é por isso que eu espero.
Tenho pressa, mas espero!

A primavera chegando, será que em meio a novidade virá meu grande amor?

Sandália quebrada!

O pessoal do serviço morre de rir de minhas histórias da vida cotidiana.
Uma das meninas aqui contando como era quando ela começou a estudar na UNB. Ela patrcinha, em meio a pessoas descabeladas, há séculos sem banho e obviamente sem saco para se quer coçar a bunda. Ela afirma que em pouco tempo abandonou o salto alto e passou a ir de camiseta e chinelão.
Tentei entrar na UNB, seis vezes. Sim, foram seis tentativas frustradas pela redação. Eu tirava altas notas, passava em qualquer curso (sem modéstia!) e era eliminada pela redação.
Mas o fato que vou contar aconteceu na inscrição de meu primeiro vestibular.
Na época ainda não era via internet (eu acho!). Meu chefe me liberou pela manhã para ir lá no Minhocão para fazer o que tinha que fazer e logo ir trabalhar. Peguei o busão e desci um pouco longe, já que não existia uma parada perto do local da inscrição.
Fazia um calor felomenal às 08h30 e eu como sempre carregava um milhão de sacolas (meu apelido era sacoleira). Desci, e quando comecei a andar, a minha sandália simplesmente arrebentou. Ela era uma sandália de dedo, o que me proporcionou uma caminhada relativamente tranquila até o Minhocão. Chegando lá, já nervosa, com fome, com sede e muito puta, eu já não conseguia nem lembrar qual era o curso que eu queria fazer. O pior foi enfrentar fila, e preeencher aquele formulário idiota com umas milhares de bolinhas pretas. Ao meu lado, uma loira falava ao celular (rosa!!), com o pai sobre qual curso escolher.
Foi uma manhã de fato muito ruim, mas consegui voltar em casa e colocar uma outra sandália que obviamente quebrou algum tempo depois.
Depois de algum tempo refletindo sobre tudo isso eu aprendi que nada na vida é sem algum sacrifício, e mesmo não passando na UNB, aprendi a valorizar cada pedaço de terra que eu tive que andar e cada sandália que insistiu em arrebentar em momentos tensos.
Na hora claro, achei muito chato, mas hoje me divirto com cada coisa que aconteceu.

Música e escrita- minhas paixões!

Adorei a mistura Paralams do Sucesso e Titãs. Se juntar com as outras bandas de rock, vira um AMIGOS, igual ao feito há alguns anos com algumas duplinhas sertanejas.
Mas em se tratando de rock eu acho muito mais interessante.
Há algus anos eu era fã incondicional do Red Hot Chilli Pepers, Nirvana, e várias outras bandas de rock. E eu só escutava isso, era m tal de grava fita de um lado, assitir a MTV do outro. Até que a maioridade me fez perceber que várias outras músicas me faziam feliz e apartir de então eu passei a escutar de tudo. Porque o que eu gosto mesmo é de dançar. Dançar para mim é uma espécie de limpar a alma, colocar para fora as impurezas, o olho gordo, a infelicidade. Tenho essa mesma sensação enquanto escrevo e é por isso que minhas duas grandes paixões são escrever e dançar, sem compromisso algum com o futuro.
E o mais engraçado é que são paixões que me acompanham desde muito novinha, antes mesmo de saber ler direito, eu já balançava os esqueletos e inventava desenhos tentando expressar o que eu estava querendo dizer. Quando eu aprendi a ler e escrever, tudo virava um comentário escrito, tudo virava uma invenção literária, uma poesia.
E é por isso que até hoje eu não desgrudo dos canais culturais e gosto de entender de todo tipo de música, gosto de conhecer novos estilos, de ouvir bandas alternativas, para meditar ouço música clássica, para me apaixonar escuto música da década de 80, para escrever coloco músicas em algum idiona diferente, para arrumar a casa Exaltasamba, para me cuidar Shakira, para simplesmente fazer nada, o meu bom e agradável rock, a música que sempre me inspira a ser uma pessoa melhor.
Estava apenas comentando mesmo. O texto na verdade não tem nenhum fundamento de fato. Acho que a vinda da Madonna ao Brasil está mexendo com a minha imaginação e ontem foi o show da banda Scorpions, que faz parte da vida de minha irmã e de meu cunhado e também de toda a minha família diretamente.
O mundo precisa de uma boa música para ajustar os pensamentos! E encontrar alguma paz!

Elitizante!

Eu não gosto do povo do Pânico na TV, mas confesso que me diverti muito ontem assitindo ao programa. Eles estava na porta do Teatro que recebeu o chato do João Gilberto (a estrelinha da MPB). E foi engraçado ver a falsa pose do pessoal que estava lá. Apenas um músico foi sincero a ponto de dizer que um show desses só daqui a 10 anos. Os outros faziam a cara de: "nossa que show maravilhoso". A diretora do Teatro, Carla Camurati, quase engasgou quando a perguntaram se ela toparia fazer um "Mulher Melancia in concert". Ri muito, vendo o quanto ser celebridade é um verdadeiro saco, na grande maioria das vezes, principalmente quando se tem que ir todos os dias à praia. Quanto ao povo do Pânico, bem, dessa vez pelo menos para mim foi engraçado!.
Fui à uma boate localizada no coração da elite de Brasília e definitivamente, meu lance não é esse não. Primeiro que o lugar vendia minha preciosa coca-cola à 5 reais. Um absurdo, porque só pude beber uma à noite inteira. Depois porque os homens de lá, escolhiam as loiras ou morenas, que fosses altas e com os cabelos compridos, de preferência que estivesses com aqueles shortinhos da moda ou com vestido curto. A minha sorte é que eu estava com pessoas muito legais, que fizeram a diferença, dançamos e nos divertimos como somos, sem preocupação em mostrar quem não somos, caso contrário eu teria achado definitivamente um saco. No final eu ainda prefiro uma boa e velha conversa de bar(como se eu bebesse de fato).
O resto do fim de semana foi assistindo aos nossos super programas muito interessantes, principalmente o Faustão. A minha sorte é que domingo pela manhã dou aula e o resto do tempos ocupo minha vida organizando meu material de aula e lendo.
No momento estou lendo Casa de Pensão. Recomendo sempre nossa literatura.
Bem, nada mais a declarar. Apenas que a semana seja muito linda para todos!.
Começam as Paraolímpiadas....................Ai ai.